domingo, 30 de novembro de 2008

Corretor de Manaus quer ser incluído na lei da Zona Franca

Por: Úrsula Naiara Mendes de Almeida - 20771570(nº9)
Os corretores de seguros amazonenses querem ser incluídos entre os segmentos favorecidos pelos benefícios concedidos a empresas instaladas na Zona Franca de Manaus:
“a lei já prevê a inclusão de prestadores de serviços, mas não há referência direta aos corretores de seguros”, afirma o presidente do Sincor-AM, Gilvandro Guedes de Moura.
Um dos principais assuntos em pauta foi a necessidade de o corretor amazonense ter uma preferência na disputa pelo mercado local contra profissionais que vêm de outras regiões do país, especialmente do eixo Rio-São Paulo: “há um distorção, que é demonstrada pelas estatísticas do mercado, segundo as quais São Paulo tem quase 50% do mercado nacional e o Amazonas apenas 0,5%. Para gerar mais empregos e receita tributária para o /Amazonas, devemos mudar esse cenário, a começar pela inclusão do corretor na Zona Franca de Manaus, com maiores chances na disputa com concorrentes de outras regiões”, acrescenta o presidente do Sincor-AM.

Gênio da informática é suspeito de roubar bancos

Delegado alerta sobre o talento do jovem hackerEle foi indiciado esta semana por furto qualificado.
João Sperandio Neto é considerado um gênio do mundo virtual. E já ajudou a polícia a prender um pedófilo:
“Eu fiz um software que listava todas as imagens que estavam no computador da pessoa”, conta. Mas também usou este talento para cometer fraudes milionárias: “Dizem que eu sou um banco ambulante, um caixa eletrônico com pernas.”
Pela internet, ele já conseguiu senhas e invadiu redes de informática de universidades e de bancos do Brasil e de países como Estados Unidos e da Inglaterra. Chegou a manter em um computador da Guatemala, sem que o dono soubesse, esta lista em código com nomes e senhas bancárias.
“Todo sistema pode ser invadido, né?”, diz.
Indiciado esta semana por furto qualificado e formação de quadrilha, João Sperandio Neto teve os computadores apreendidos e entregou à polícia um arquivo com dados que conseguiu ilegalmente. O rapaz, que tem como hobby o aeromodelismo, responde ao processo em liberdade e recebeu a nossa equipe na casa dele, na Grande São Paulo.
Concordou dar esta entrevista, desde que não mostrasse o rosto. Diz que sofre ameaças. João Sperandioo Neto afirma que o talento com os números não se repete com as palavras:
“Tenho dificuldade, bastante assim, para entender textos, tenho que ler várias vezes.”
O relógio é outro problema:
“Eu me confundo com os ponteiros”, afirma.
“E como é que você faz para ver as horas?”
“Com o celular ou então com relógio digital.”
Segundo o setor de inteligência da Polícia Civil de São Paulo, o rapaz foi indiciado porque, em setembro, fez ataques virtuais a um banco brasileiro. A investigação mostra que, em menos de dez dias, desviou R$ 2,2 milhões para as contas de 28 pessoas.
“Ele consegue descobrir lacunas que técnicos experientes não conseguem enxergar”, diz o delegado Luiz Storni.
O banco bloqueou a tempo a maior parte do dinheiro mas, pelo menos, R$ 180 mil ainda não foram recuperados.
“Esse dinheiro foi para onde?”
“Eu não sei. Eu mandei aleatório para pessoas que eu nem conhecia”, relata.
“Você não ficou com nenhuma parte do dinheiro que você já desviou de bancos e de empresas?”
“Não.”
A polícia não acredita nessa versão:
“Nas fraudes praticadas, ele já chegou a receber em torno de R$ 90 mil”, afirma o delegado.
João Sperandio Neto era um hacker obsessivo. Passava dias e noites sem dormir em busca de falhas nos sistemas de segurança de empresas e bancos. A Febraban informa que o setor investe R$ 1,5 bilhão por ano em segurança eletrônica e que as fraudes estão diminuindo.
Em 2004, ele foi acusado de desviar R$ 10 milhões. Na época, disse que pagou propina a um policial para que um comparsa não fosse preso. Por este desvio de dinheiro, ele passou cinco meses na cadeia, até ser solto em fevereiro deste ano.
Agora, aguarda o julgamento. O rapaz conta a seguinte versão para explicar porque entrou no mundo dos crimes virtuais:
“Eu devia ter uns 15 anos, aí fazia por diversão. Só que aí tinha que dar dinheiro para polícia, aí vinha ladrão, aí tinha que fazer para pagar ladrão”, disse.
Ele alega que já foi seqüestrado cinco vezes, e forçado a usar os conhecimentos de informática para beneficiar criminosos.
“Por quem você foi seqüestrado?”
“Por bandido, por polícia...”
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que não compactua com nenhum irregularidade. Alega também que João Sperandio Neto jamais informou ao delegado, que o interrogou nesta semana, ter sido vítima de extorsão por parte de policiais civis.
Se for condenado pelo desvio do dinheiro, o hacker pode ficar na cadeia por mais oito anos. Neto é um jovem que escreve em russo, está tirando licença para pilotar aviões e cursa Ciências da Computação e Direito. Hoje se diz arrependido e afirma: quer usar o dom que tem para ajudar as instituições financeiras e a polícia a combater as fraudes eletrônicas.
“Você vai mudar a sua vida a partir de agora?”
“Com certeza. Eu acho que esta vida acabou.”
Por: Cristiano Chagas

O DESAFIO DO ADMINISTRADOR DO FUTURO: SER UM ETERNO APRENDIZ

Todos os aspectos levantados anteriormente demonstram que o maior desafio do administrador do futuro é ser um eterno aprendiz e levar o seu aprendizado para o ambiente das organizações. Além disso, o aprendizado pode se tornar um instrumento capaz de guiar todas as suas ações, tornando-se uma verdadeira filosofia de vida.
As empresas devem se tornar organizações de aprendizagem e gerar e compartilhar o conhecimento necessário para ajudá-las a se transformar continuamente e sobreviver às mudanças no ambiente empresarial. Nesse sentido, o capital intelectual é o principal elemento capaz de conduzi-la ao sucesso e o administrador é o responsável por seu gerenciamento. Para isso, é necessário a mudança no perfil desse profissional, que além de uma formação técnico-científica, deve ter uma formação humanística, interdisciplinar e sistêmica, levando a aprendizagem para todos os níveis organizacionais, através de informações que possam ser transformadas em conhecimento. Isso requer a introdução de uma nova concepção de gerência nas organizações.
O Administrador deve estar consciente desse processo, que é lento e gradual, mas que no futuro pode transformá-lo no principal agente de transformação da organização, e se essa nova concepção de organização for introduzida com sucesso, provocará uma mudança de mentalidade em todos os atores organizacionais, e esses novos valores e atitudes ultrapassaram as fronteiras da organização, chegando aos lares dessas pessoas, o que pode mudar toda uma sociedade. É um novo tipo de responsabilidade social que está nas mãos dos grandes condutores das organizações: seus administradores de fato e de direito.
Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052

ONGs fizeram tráfico de remédios para pressionar Tailândia a combater Aids

Revelação é de Paul Cawthorne, da ONG Médicos Sem Fronteiras.Acesso a tratamentos contra o vírus é complicado, por conta do alto custo.
Apesar dos avanços em relação à ampliação das ações de prevenção e cuidado, ainda há muito a ser feito na Tailândia para que as pessoas que vivem com HIV possam ter tratamento de forma sustentável, ou seja, com medicamentos para esquemas de primeira e segunda linha, disponibilizados de forma acessível para todos que precisam. O tema surge com força agora, tendo em conta que a próxima segunda-feira, 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta contra a Aids.
Há 11 anos envolvido na luta contra HIV/Aids, o representante da Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais da ONG internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Tailândia, Paul Cawthorne, foi um dos grandes envolvidos na luta travada junto com outras ONGs tailandesas para tornar o acesso ao tratamento uma realidade no país. No processo, ele revela que houve até transporte ilegal de medicamentos para pressionar o governo tailandês a lidar com a situação.

Na entrevista que vem a seguir, ele conta como foi a batalha para provar a importância da atuação da organização na questão do HIV/Aids e para mostrar às autoridades de saúde da Tailândia, onde o primeiro projeto relativo à doença foi implementado há 13 anos, como era essencial oferecer tratamento.
Pergunta - Como vocês começaram a se envolver com a questão HIV/Aids na Tailândia? Paul Cawthorne – A MSF olhava essencialmente a situação da pandemia na África e começou a observar a situação das pessoas com HIV/Aids aqui na Tailândia somente nos meados dos anos 90. Na época, fazíamos visitas domiciliares aqui em Bangcoc e percebemos que as pessoas não tinham como tratar HIV/Aids. Não havia anti-retrovirais (ARV) e o tratamento só existia em quatro ou cinco hospitais. As pessoas tinham medo de ir aos hospitais para fazer o teste porque não existia tratamento. O médico simplesmente comunicava que o paciente estava doente e que iria morrer. Começamos então a trabalhar com ONGs locais que ajudavam esses pacientes a receber tratamento para saber por que seu acesso era difícil. Pergunta - A falta de tratamento era um problema apenas na Tailândia? Cawthorne – Na época, o tratamento existia nos Estados Unidos e na União Européia, nos países ricos. No Brasil, o tratamento anti-retroviral estava começando (início da década de 1990), mas ainda em pequena escala. Pergunta - Quais eram as principais barreiras para que o paciente tivesse acesso ao tratamento?
Cawthorne – Os medicamentos eram muito caros, até mesmo para a MSF. Esse foi um dos fatores que fez com que a própria organização resistisse à idéia de abraçar a questão do HIV/Aids. Além do custo alto, o tratamento era de longa duração e a atuação da organização sempre foi em caráter emergencial. Outro problema era a falta de informação. Muitos dos pacientes sofriam infecções oportunistas, mas nem eram informados de que podiam tratá-las. A MSF-Tailândia e outras ONGs se uniram em uma campanha nacional para mostrar que esse tratamento era possível. Dessa forma, se não havia tratamento para a Aids, pelo menos as pessoas podiam lutar contra essas doenças oportunistas e ter uma maior sobrevida. Pergunta - Como essa campanha foi recebida? Cawthorne – Surpreendentemente tivemos uma reação muito positiva de médicos e enfermeiros, que reclamavam de não ter esses medicamentos para tratamento. As doenças oportunistas começaram a ser combatidas e MSF passou a treinar médicos e enfermeiros, em parceiria com outras ONGs como a Access Foundations e a PHP (People with HIV/Aids). Pergunta - Qual foi a reação do governo? Cawthorne – Nós começamos a pressionar o Ministério da Saúde em Bangcoc, mas os principais pacientes estavam no interior. Havia muito a ser feito. Na época, os trabalhadores do governo laboratório do governo, uma espécie de Farmanguinhos da Tailândia. Eles começaram a investir na produção. Fomos ao Brasil para ver como o país estava lidando com a questão, em busca de ferramentas para enfrentar o problema aqui na Tailândia. Em 2000, a MSF deu início a seu primeiro tratamento com tinham seguros de saúde, que variavam conforme seus cargos. Mas para o povo, o acesso a saúde era cobrado e caro para muitas doenças. Pergunta - Como vocês conseguiram mudar essa situação? Cawthorne – Começamos a trabalhar com o GPO (Organização Farmacêutica do Governo), anti-retrovirais em um hospital distrital perto de Bangcoc, mas apenas para 60 pacientes. Ao mesmo tempo, a MSF pagava ao GPO adiantado pelos anti-retrovirais, para que eles tivessem dinheiro para comprar substâncias para tentarem fabricá-los. Começamos também a tratar os ativistas, porque era fundamental que eles vivessem para manter essa batalha. Decidimos enviá-los para a Índia, onde anti-retrovirais genéricos já eram produzidos, e eles voltavam com malas cheias de remédios para que pudéssemos distribuir por aqui. Pergunta - A importação era ilegal? Cawthorne – Sim, mas fazíamos isso abertamente, de forma a pressionar o governo. Finalmente, o governo decidiu que se pudéssemos produzir esses medicamentos por um preço determinado, justo, mas que não dava para comprar remédios patenteados, por exemplo, os anti-retrovirais seriam distribuídos na Tailândia. Pergunta - Depois de tantas barreiras vencidas, como está a situação hoje? Cawthorne – Na Tailândia, quase todos os medicamentos de primeira linha têm versão genérica disponível. Apenas o efavirenz ainda é patenteado. Isso é muito bom porque o salário mínimo aqui é de cerca de 1.100 baht (US$ 32) e um genérico custa 40 baht. Se fosse um remédio patenteado, o paciente teria que pagar até cinco vezes mais. Mas ainda há a questão dos remédios de segunda linha, que custam cerca de 21.000 baht por mês.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

Postado por Mariluce Aires da Silva - 20770058

sábado, 29 de novembro de 2008

Nokia trabalha em tecnologia de controle remoto doméstico

A Nokia anunciou um conceito interessante que pode elevar um pouco mais a dependência das pessoas no aparelho de telefone celular: um controle remoto completo para funções domésticas.
A tecnologia da firma finlandesa foi batizada de Home Control Centre (HCC, ou "controle central doméstico") e quando completada deve ser capaz de interagir com os mais diferentes equipamentos eletrônicos.
Segundo o site TechRadar , será possível controlar temperatura de cômodos, ligar e desligar equipamentos e até mesmo monitorar a temperatura de fornos modernos.
Com o HCC, a Nokia pretende facilitar o controle de sistemas eletrônicos domésticos. Uma parceria com a provedora de energia alemã RWE mostra a preocupação da empresa com economia de energia, permitindo que um controle mais fácil do gasto seja feito a partir do celular.
O Home Control Centre também envolverá questões de segurança, bem estar e automação doméstica, noticiou o site IntoMobile , dando fim de 2009 como uma provável data de lançamento para o mercado europeu.
Até agora nenhum detalhe de como isso será feito foi divulgado, o que deve acontecer durante a Nokia World Conference, prevista para acontecer em dezembro em Barcelona.
Por : Cristiano Chagas - 20770047

Vírus corrige falha do Windows após infectar o sistema

Objetivo é impedir a ação de pragas 'concorrentes' no sistema. Veja também: brecha no iPhone e outras notícias da semana.
Entre as várias pragas capazes de explorar a brecha crítica corrigida pela Microsoft em outubro, uma se destacou nesta terça-feira (25) por corrigir a vulnerabilidade depois de infectar o computador. Também no resumo de notícias da semana: a falha de discagem automática do iPhone, o fim do caso da professora Julie Amero e o Dia Internacional da Segurança em Informática (DISI) 2008.
Vírus corrige falha do Windows após infectar o sistema
Foi encontrada nesta semana mais uma praga virtual (worm) que explora a brecha de segurança no Windows corrigida de forma emergencial em outubro. O vírus, batizado de Conficker.A, tem uma característica interessante: ele impede que outros vermes infectem o sistema pela mesma falha.
Para fazer isso, o Conficker.A corrige, na memória (de maneira temporária), a falha usada por ele próprio. Outras pragas digitais que exploram o mesmo problema ficarão incapacitadas de infectar o computador, pois não será possível explorar a brecha, pelo menos até o sistema ser desinfectado e reiniciado. A descoberta desse novo worm foi divulgada pela Microsoft na terça-feira (25). Segundo os especialistas da empresa, o objetivo da praga ao consertar a vulnerabilidade é não deixar que outros vírus, “concorrentes”, infectem o sistema. O Conficker.A também impede o uso do recurso da Restauração do Sistema e baixa outros arquivos maliciosos para o computador. Por algum motivo, a praga está programada para não infectar computadores ucranianos.
Embora o Conficker.A corrija a falha apenas para afastar concorrentes, houve ao longo dos anos alguns “vírus do bem” que se espalhavam apenas para corrigir as brechas. O mais famoso desses é o Welchia, de 2003. Ele infecta os sistemas Windows usando a mesma vulnerabilidade do Blaster. Uma vez dentro do sistema, o Welchia instalava a correção permanente para o problema e tentava remover o vírus Blaster, se ele estivesse presente. Para controlar as infecções, o Welchia foi programado para desligar-se no dia 1º de janeiro de 2004.
Postado por Mariluce Aires - 20770058

Internet que fala será real em cinco anos, prevê IBM





A multinacional IBM liberou, esta semana, sua lista anual que prevê as cinco maiores inovações tecnológicas para os próximos cinco anos. Chamado Next Five in Five, o relatório mostrou, este ano, que já se pode esperar por um mecanismo de web que fala, inutilizando teclados e mouse.
» Carros do futuro têm hélices e joysticks» Festival exibe tecnologias para um futuro próximo» Robôs do futuro serão inspirados nas baratas
Será possível dizer ao Google o que pesquisar, em vez de digitar as palavras-chave, bem como responder e-mails e enviar textos de mensagens instantâneas por meio da fala. A expectativa mais nobre dessa previsão é facilitar a vida de pessoas deficientes.
Na lista, a empresa inclui ainda novas placas para captar
energia solar que poderiam se adequar a qualquer superfície, como as janelas de uma casa. As placas são transparentes e podem receber tinta.
Outra novidade importante seria uma espécie de bola de cristal da saúde, em que o usuário poderia saber quais os riscos de doenças genéticas e hereditárias e também aquelas às quais não está sujeito, com base em análise de DNA.
E para aqueles que sempre ficam indecisos na hora de comprar um presente, o assistente de compras digital seria perfeito. Esse
gadget ajudaria o usuário a escolher presentes fazendo combinações e sugerindo novas peças.
Para completar os cinco itens, a IBM também prevê uma tecnologia de lembretes automáticos. Um sistema inteligente seria encarregado de enviar para os usuários (por meio do celular, por exemplo) mensagens, lembrando a eles as tarefas a serem feitas durante o dia. O núcleo desse sistema seria baseado em uma tecnologia que analisa as conversas que os usuários têm no dia-a-dia e marca os compromissos a partir delas.
De acordo com o Network World, a lista está ligada às expectativas da empresa sobre o que poderia mudar a vida dos humanos nesse curto período de tempo.
"O Next Five in Five é baseado no mercado e nas tendências sociais que, estima-se, já estejam em curso para transformar nossas vidas, bem como em tecnologias emergentes dos laboratórios da IBM ao redor do mundo; (esses três fatores) podem tornar essas inovações possíveis", afirma a empresa em seu site oficial.
É possível assistir a um vídeo que explica as cinco novidades previstas pela IBM por meio do atalho tinyurl.com/5gdhrp.








Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052