quinta-feira, 13 de novembro de 2008

ROBÔ BRITÂNICO IMITA EXPRESSÕES FACIAIS COM PRECISÃO

Postado por Mariluce Aires 20770058
13/11/08 - 10h30 - Atualizado em 13/11/08 - 10h34
Jules ajuda a criar interação mais convincente com humanos. Ele identifica expressões das pessoas, para então reagir adequadamente.
Do G1, em São Paulo

Pesquisadores britânicos apresentaram um robô capaz de imitar com precisão dez expressões faciais dos humanos -- entre elas alegria, tristeza e preocupação. Segundo o jornal “Telegraph”, esse projeto ajudará na criação de uma nova geração de humanóides, capazes de interagir de maneira convincente com as pessoas.
Jules, o robô expressivo, é resultado de um trabalho de três anos e meio desenvolvido no Laboratório de Robótica de Bristol (BRL), ligado à Universidade de Bristol. Um vídeo no site de projeto mostra o humanóide em ação.
Os olhos da máquina são câmeras que identificam as expressões faciais das pessoas com quem interage. Esses dados são convertidos em instruções, para que a máquina use seus 34 motores faciais e reaja adequadamente às expressões humanas – se alguém der uma bronca em Jules, por exemplo, ele se ressentirá. A “pele” elástica e flexível é feita de uma substância chamada Flubber.
Peter Jaeckel, especialista em emoção artificial, empatia artificial e humanóides do BRL, disse ao “Telegraph” que o projeto será útil para tornar a interação entre máquinas e humanos mais natural. “A aparência e o comportamento dos robôs precisam ser melhorados, para atender às expectativas nas experiências sociais. Sem isso, os humanos se sentem desconfortáveis.”

Olhos do robô funcionam como câmera. Ela capta as expressões humanas para o robô reagir adequadamente, criando uma interação natural.

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

O Perfil do Administrador


Os desafios, tendências e exigências para os Administradores na atualidade são muito grandes, o trabalhador não mais poderá ter uma só profissão, é muito importante ter uma profissão e também outra, pois daqui alguns anos, para fechar um negócio, não será suficiente ter um diploma de administração como aliado, ter duas profissões será algo primordial.
No Brasil, o administrador, tem algumas caracteristícas predominantes, abaixo segue algumas delas:Perfil atual do administrador no Brasil• A maioria é do sexo masculino, casado e sem dependentes;• Está na faixa etária de até 30 anos;• É egresso de Universidades particulares;• Concluiu o curso de Administração entre 2000 e 2005;• Possui especialização em alguma área de Administração;• Trabalha nos setores de serviços, da indústria e em órgãos públicos;• Atua nas áreas de Administração geral e finanças;• Ocupa cargos de gerência.Fonte: Conselho Federal de Administração (CFA)O Administrador também precisa ter perfil para administrar. Se ele não tiver esse perfil, estará sujeito a funções abaixo das expectativas dentro da organização, ou seja o administrador precisa ter de fato uma personalidade administrativa, enfim perfil de administrador.O perfil de administrador na atualidade, apresenta uma série de características que vão determinar o seu sucesso ou não como administrador, entre elas estão: equilibrar criatividade com a perspicácia,visão globalizada, construir credibilidade, ter poder de persuasão e convencimento, rapidez para adaptar-se às mudanças e reagir positivamente a elas, senso de responsabilidade social, estar atento às oportunidades de mercado e tomar conhecimento do que acontece a sua volta.
Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Quer saber como é trabalhar no Google?

Conheça a rotina do Google, empresa eleita por dois anos consecutivos como a marca mais poderosa do mundo!
http://olhardigital.uol.com.br/central_de_videos/video_wide.php?id_conteudo=6742&tipo_video=normal

Fonte: Uol Tecnologia - Olhar Digital

Por: Charles Luis

Notebook ultrafino é alternativa ao MacBook Air

Pessoal, está aqui uma matéria muito legal a respeito do mais novo notebook que a Samsung acabou de lançar no mercado.
Boa leitura....
Abraços,
Mariluce

11/11/2008 às 14:50
Notebook ultrafino é alternativa ao MacBook Air O Samsung X460 é um dos notebooks mais finos e leves no mercado com uma tela de 14,1". Ultrafino, ele é uma opção ao MacBook Air, da Apple.
O Samsung X460 é um dos notebooks mais finos e leves no mercado com uma tela de 14,1". Ele é ultrafino como o MacBook Air, da Apple, e tem drive óptico e gráficos discretos. E o preço está em razoáveis US$ 1,7 mil. Por este valor, você compra um processador Intel Core 2 Duo P8400 de 2,26GHz, 3GB RAM, um disco rígido de 320GB e 5400 rpm (sem opção de SSD, infelizmente), uma tela de 13,1" com luz LED traseira e resolução de 1280x800 pixels, uma placa de vídeo Nvidia GeForce 9200M de 256MB, um copiador de DVD dual-layer, uma webcam de 1,3 megapixels e uma duração de bateria estimada em 6 horas (apesar deste valor ainda precisar ser testado em condições normais do mundo real).
O site Laptop Mag gostou especialmente da sensação gostosa do teclado grande e confortável, do poder de processamento gráfico, rápido tempo de boot (até mesmo rodando Vista) e um sistema de upgrade bem claramente demarcado para aqueles que quiserem mais memória ou espaço em disco. Com 3,17 cm de espessura no ponto mais alto, ele parece uma boa opção para aqueles entre nós que querem algo útil e bonitinho sem trocar para um Mac.

segunda-feira, 10 de novembro de 2008

BlackBerry Storm, com touch screen, é a resposta da RIM ao iPhone 3G


Qua, 8 Out - 07h02

A RIM finalmente divulgou detalhes do seu tão esperado celular para competir com o iPhone 3G da Apple. O BlackBerry Storm é um celular touch screen 3G com um diferencial: a tela, ela própria, funciona como um grande botão. Peça-chave do Storm, a RIM chama a isso de tecnologia Click-Through. Na semana passada, a Nokia
também anunciou o lançamento de um modelo touchscreen, o 5800 XpressMusic.
Como o iPhone, o usuário pode fazer scroll, selecionar e arrastar conteúdos usando os dedos sobre a tela sensível. Mas para dar início a uma determinada ação, em vez de um duplo clique como no telefone da Apple, basta confirmar a seleção pressionando o clicando na própria tela.



Quatro botões extra na parte de baixo da tela frontal oferecem recursos adicionais (alguns tradicionais) usadas pelos BlackBerry: o verde e o vermelho para iniciar e terminar chamadas telefônicas; um com o ícone do BlackBerry dá acesso a menus; e por fim, um botão de retorno.
Nos Estados Unidos, o Storm será vendido pela Verizon Wireless até o início de novembro, dizem os executivos da RIM, sem contudo precisar uma data e nem os preços do aparelho. O aparelho funcionará em EvDO (versão A), onde a rede estiver disponível. Na versão internacional do aparelho, ele traz suporte a redes HSDPA (3G) na faixa de 2.100 MHz, de alta velocidade, a mesma que está sendo usada pelas operadoras no Brasil.


O Storm ainda oferece suporte a GPS e AGSP (que utiliza a rede da operadora para completar as funções de localização) e Bluetooth; diferentemente do iPhone, ele não vem com conexão Wi-Fi.
Apesar de a RIM ter deixado de lado uma de suas marcas registradas o teclado QWERTY em nome da capacidade touch screen, o Storm está longe de ser considerado um clone do iPhone.
Storm: dispensou o teclado em favor da interface sensível ao toque
O dispositivo da RIM é ligeiramente menor (11,25 centímetros de comprimento por 6, 22cm de largura por 1,39cm de espessura, contra os 11,55cm x 6,21cm x 1,23cm do iPhone), porém mais pesado ( 155g contra 133g do iPhone), muito provavelmente por conta do suporte às duas tecnologias (EvDO e 3G). O Storm também tem uma tela LCD pouco menor (3,25 polegadas contra as 3,5 do telefone da Apple); apesar disso, a resolução de 360 por 480 pixels é muito brilhante e tem bom contraste.
O modelo da RIM vem com uma câmera melhor, de 3,2MP (o iPhone tem apenas 2MP), com autoflash e autofoco, zoom digital 2x e suporte a captura de vídeo.
O Storm vem com 1GB de capacidade interna, mas tem um slot para cartões MicroSD e deve ser entregue com um cartão de 8GB. Também é compatível com conectores para fones de ouvido de 3,5 mm e tem um segundo microfone externo, localizado na parte traseira, que capta sons externos e, na teoria, ajudaria a melhorar a qualidade do serviço de voz ao conseguir eliminar os ruídos captados por esse microfone do som que provém do microfone principal, usado para falar.
A RIM, como a Apple, colocou um acelerômetro no dispositivo. É ele que dá ao display a capacidade de ajustar a imagem conforme a posição que o aparelho estiver.
Contudo, a mais interessante e potencialmente controversa inovação da RIM é a implementação da interface touch screen, principalmente no que tange à digitação.
O Storm vem com três diferentes teclados. Segurado na posição paisagem (com o lado do maior do LCD na horizontal), a interface apresenta um teclado QWERTY virtual cada tecla pressionada emite uma luz azul ao ser tocada.
Acelerômetro: recurso permite que o conteúdo seja mostrado tanto noformato retrato quanto paisagem, dependendo de como o Storm é segurado.
Na posição retrato, existem opções: pode-se escolher entre usar um teclado semelhante ao que existe no Pearl 20 teclar, algumas com apenas um caracteres, outras com dois e que oferece suporte ao modo de previsão de texto da RIM, o SureType. Outra opção é um teclado semelhante ao que se encontra na maioria dos telefones celulares, nas quais cada botão representa um conjunto de três (às vezes quatro) letras.
Só um teste de uso poderá dizer qual dos métodos é o mais confortável de usar, e ainda não pudemos fazer isso.
Correio de voz visualEntre as novidades funcionais do Storm está o que a RIM denomina visual voicemail. Como no iPhone, ela permite que o usuário escolha como visualizar as chamadas recebidas (se pelo número de telefone, por nome caso o número esteja registrado na agenda) e endereçá-las (ou atendê-las) na ordem que desejar.
Como em todos dispositivo BlackBerry, o Storm oferece um serviço de e-mail de alta qualidade, incluindo suporte a todos os sistemas corporativos de mensagens eletrônicas por intermédio do BlackBerry Enterprise Server. Nos EUA, o telefone virá com o VZ Navigator, da Verizon (serviço que poderá ser cobrado) e com um cliente de mensagens instantâneas compatível com a maior partes dos serviços de IM.
No entanto, não há um cliente integrador de Instant Messenger para o Storm. Caso tenha contatos que usam diferentes softwares de IM, você terá de rodá-los todos ao mesmo tempo para ter acesso a eles.
O Storm vem com suporte limitado para funções que existem na maior parte dos BlackBerry antigos. Mas a RIM informa que fornecerá uma SDK para ajudar os desenvolvedores a adaptarem seus aplicativos para o Storm, de forma que eles possam tirar proveito da tela sensível ao toque e até mesmo do acelerômetro. Os aplicativos, segundo a RIM, poderão ser adquiridos por meio do VZ Apps Zone pela rede da operadora.
E uma última e importante diferença: o Storm vem com recurso que permite copiar e colar textos, coisa que os usuários do iPhone vêm pedindo há muito tempo e que ainda não conseguiram obter.






Por: Cristiano Chagas

sábado, 8 de novembro de 2008

Como será o iPhone do futuro?

Executivo-chefe da AT&T diz que o iPhone de amanhã vai enviar ordens à sua cafeteira, televisão e até pode traduzir idiomas automaticamente.














Como vai ser o iPhone do futuro? Quando o blogueiro Michael Arrington, do TechCrunch, perguntou a Ralph de La Vega, CEO da AT&T, ele não esperava que a resposta seria melhor que o esperado. Os dois falaram a uma audiência na conferência Web 2.0, em San Francisco, na última quarta-feira.


De La Vega fez mais que falar sobre o futuro do iPhone. Ele deu uma lista completa de aplicações e cenários de uso para o telefone celular:



Antes do despertador do iPhone tocar de manhã e te acordar, diz Vega, ele já terá feito o download das principais fontes de notícias para o telefone. E também terá enviado uma mensagem - sem fios, claro - para a cafeteira deixar o café pronto. Enquanto você toma seu café da manhã, vai escolher entre ler as notícias na tela do iPhone ou no televisor. Basta movimentar o iPhone em direção à TV e o telefone envia as notícias (sem fio, de novo) para leitura no monitor.


Depois, você sai de casa, e usa o iPhone para trancar a porta. Entra no carro, e o iPhone liga a ignição. A caminho do trabalho, o iPhone continua a ler notícias para você, usando uma função de texto para fala.


Mais tarde, no escritório, o iPhone te conecta em uma chamada em conferência com dois potenciais clientes no Japão. Durante a ligação, você fala inglês, o iPhone traduz para japonês (o cliente precisa te entender). Quando eles respondem em japonês, o iPhone converte a fala para inglês, e tudo corre perfeitamente.

O CEO da AT&T diz ainda que existem diversos testes e experimentos nos laboratórios da empresa para integrar o iPhone ao serviço U-Verse, de IPTV por fibra óptica. O iPhone irá se transformar em um controle remoto universal para o serviço, em um cenário em que você irá usar o celular (e seu teclado na tela) para buscar programas de TV (no U-Verse ou na internet) que serão reproduzidos na TV ou no próprio iPhone.

>>>Veja fotos do iPhone 3G


O executivo não entrou em muitos detalhes sobre esse tema, mas acreditamos que, uma vez que o iPhone esteja integrado ao U-Verse, o gravador digital do U-Verse será algo muito parecido com o TiVo e o iPhone irá controlá-lo remotamente - do sofá ou do outro lado do país.

Tudo bem, isso parece futurologia distante. Mas a AT&T não é uma empresa iniciante, e pode até trazer esses planos do laboratório para a vida real.

O papo não foi somente sobre iPhone. Arrington perguntou se a AT&T iria lançar um telefone com o sistema operacional Android, do Google. O executivo ficou mudo. Arrington: "Pisque uma vez se a resposta for sim". Mas De La Vega não caiu.


Mas Arrington lembrou de um ponto importante: o que a AT&T vai fazer quando seu acordo de exclusividade com a Apple acabar, em 2010. O CEO passou batido pela resposta. "Não estou piscando", brincou.


Ah, e o bate-papo também serviu para indicar que, em breve, o iPhone 3G poderá ser usado como modem em notebooks.


Leia mais

http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2008/11/07/iphone-3g-sera-modem-em-breve-diz-at-t

http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2008/11/07/iphone-so-fica-atras-da-nokia-em-vendas-no-3o-trimestre-de-2008

http://macworldbrasil.uol.com.br/noticias/2008/10/31/rumor-macbooks-terao-conectividade-3g


http://macworldbrasil.uol.com.br/dicas/2008/10/08/google-android-como-ele-se-compara-ao-iphone


Fonte: UOL Tecnologia


Por: Charles Luis

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

O guru da produtividade

O indiano Anand Sharma ensina como obter o melhor rendimento da equipe sem estresse

O consultor indiano Anand Sharma: diversas mudanças que têm impacto positivo sobre a produtividade começam no chão da fábrica
Conhecido como o guru da produtividade, o indiano Anand Sharma rodou o mundo prestando consultoria a grandes multinacionais, como Black & Decker, Johnson & Johnson e Mercedes-Benz, mas não gostou muito do que viu. Para ele, os líderes ainda têm uma visão muito restrita dos processos da empresa e da gestão de pessoas. Por causa disso, não conseguem aproveitar o potencial de sua equipe e motivá-la para obter o melhor resultado. Autor de dois livros e criador do conceito LeanSigma — que combina o modelo de qualidade total da Motorola com a produção enxuta da Toyota —, o consultor diz: “As pessoas que dão um passo à frente e assumem riscos precisam sentir que esse é o comportamento desejado”. Leia a entrevista que Anand concedeu à você s/a em passagem recente pelo Brasil.

O senhor diz que o maior desafio dos gerentes hoje é romper com a tradição e promover a mudança. Por que isso é tão importante?

Estamos numa era em que tudo muda rapidamente ao nosso redor, em termos políticos, econômicos e sociais. E o gosto do consumidor também se transforma. A era da internet trouxe esse sentido de urgência pela inovação. Nesse ambiente, nenhuma organização ou gestor pode dizer que encontrou a fórmula ideal para um produto, uma estrutura de gestão ou um modelo de negócios. Quem faz isso se torna obsoleto. Mudar tornouse uma norma para a sobrevivência.

A maior autonomia dada à média gerência é um reflexo disso?
A autonomia está aumentando, mas apenas de forma departamentalizada. Ou seja, há um gerente-geral e, abaixo dele, uma série de departamentos estanques: engenharia, manufatura, vendas. Nesse ambiente, dar autonomia pode ser até contraproducente, pois aumenta o risco de uma determinada área fazer tudo do seu jeito, sem consultar ou considerar o impacto de suas ações no restante da empresa.

Os gestores estão preparados para assumir esse papel?

Em geral, não. Eles ainda têm uma visão muito focada em sua área. Na base da empresa, então, o problema é ainda maior. O supervisor, muitas vezes, é promovido sem treinamento e não consegue fazer muito mais que orientar seus funcionários a repetir o trabalho que ele fazia. Outros apenas despejam ordens. O gestor precisa olhar o negócio de uma perspectiva global. Para isso, ele tem de buscar experiências em diferentes funções e estimular o mesmo na equipe, por meio de treinamentos transversais, para que as pessoas conheçam todo o negócio.

O senhor diz que apenas 15% do potencial criativo é aproveitado nas empresas. Como é possível desenterrar esse tesouro?

Eu sugiro aos gestores que formem times multifuncionais para discutir os problemas da empresa, de preferência com gente de níveis diferentes. E, durante a reunião, que cada um deixe de fora da sala o seu título, seja de diretor, seja de operário. Nesse ambiente, algumas das melhores idéias vêm de quem menos se espera.

Numa época em que mudar é a regra, o que fazer para acelerar as transformações?

Para começar, a mudança tem de ser recompensada. As pessoas que dão um passo à frente e assumem riscos precisam sentir que esse é o comportamento desejado. Para isso, elas precisam de um líder fl exível, que reconheça e se sinta confortável com a novidade que vem de baixo. O papel do gestor é garantir que essas iniciativas estejam alinhadas aos objetivos da empresa.

O senhor concorda que os profissionais brasileiros são flexíveis e se adaptam facilmente a mudanças?

Os brasileiros são de fato muito criativos e abertos a mudanças. Mas, por outro lado, eu vejo que no Brasil os executivos do alto escalão das empresas relutam em descer ao chão de fábrica, se envolver mais com a produção e sujar as mãos de graxa. É como se houvesse uma aura em torno do cargo que precisa ser preservada. Isso acontece também em outras economias emergentes, como Índia, China e México, pois é um refl exo da desigualdade social e da grande distância entre ricos e pobres. Os gestores têm de deixar de lado o discurso e aprender a liderar pelo exemplo. Só assim vão conseguir envolver e motivar as pessoas, para que as mudanças aconteçam na velocidade que o mercado exige.

Por que os executivos devem ouvir o pessoal do chão de fábrica?

Diversas mudanças que têm impacto positivo sobre a produtividade começam pela fábrica. Isso porque a produção concentra boa parte dos recursos: pessoas, matéria-prima, equipamentos e instalações. Se isso for bem gerido, é possível economizar dinheiro e esforço e direcioná-los para outras áreas do negócio. Além disso, as mudanças na fábrica criam um senso de urgência em outros departamentos. Se você leva, por exemplo, 30 dias para montar um produto, poderá aceitar respostas lentas da engenharia e do setor de compras. Mas, se aprender a fazer isso em 15 minutos, automaticamente vai querer mais agilidade dos fornecedores e eles terão de entrar no mesmo ritmo. A fábrica, por isso, é um ótimo laboratório para treinar pessoas, até mesmo de outras áreas, pois os resultados são visíveis e ajudam a fi xar conceitos.

Por: Cristiano Chagas
Fonte:www.vocesa.com.br