segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

A origem dos nomes - Bluetooth


Procuramos a origem de alguns termos utilizados no mundo da tecnologia; descobrimos coisas muito interessantes!




Fonte: Olhar Digital


Por: Charles Luis

Google entra na guerra dos browsers com o Chrome

Em evento realizado na tarde desta terça-feira (2), o Google anunciou - e lançou - o seu navegador open source, o Chrome. A mais nova tentativa de dominação mundial da empresa norte-americana foi recebida com entusiasmo pelos jornalistas, e a PCMag esteve lá.A apresentação deu bastante ênfase nas questões da velocidade e da segurança desse novo browser. Já rodando em português no nosso PCLab, pudemos constatar que, de fato, o programa é rápido e limpo, sem maiores complicações. É o jeito Google de ser, colocando um design funcional o bastante e sem exigir muito do hardware.
Sua navegação, por meio de abas, foi obviamente inspirada pelo Firefox. A empresa inclusive admite, agradecendo à fundação Mozilla. Ao abrir o navegador ou uma nova aba, você vai ver em thumbnails as nove páginas mais visitadas. O esquema funciona quase que como um atalho rápido, ao invés do velho esquema de página inicial.Um dos destaques é também sua integração com Java, Flash e outros. Como bem define a empresa, ele não é um navegador feito na década passada, quando as páginas eram basicamente em html. Convictos de que navegamos muito mais por aplicativos - o Maps, Docs, Gmail e o YouTube são exemplos internos -, o Google desenvolveu um browser otimizado para lidar com essas funções.A segurança também é um dos pontos fortes do programa. Cada aba (ou guia) possui independência e não se comunica nem acessa dados do HD que você não permita. Dessa forma, ele se safa de códigos maliciosos em alguns sites que tentam se instalar por meio de uma simples navegação. Mesmo se você for vítima de phishing (ou seja, receber um e-mail falso e clicar em um link camuflado de uma página autêntica, mas com malware), o navegador está em constante comunicação com os servidores do Google e prevê o nível de reputação dos sites, podendo evitar alguns mais suspeitos.Entretanto, o Chrome ainda está em estágio inicial. Apesar de estar na versão 0.2 e já mostrar sua potencialidade em rapidez e consumo de memória, algumas vezes o programa sofreu travamentos nos testes realizados:Não tira o mérito, entretanto, de ser uma já bem sucedida tentativa do Google de adentrar ao mercado hoje dominado pela Microsoft, com o Internet Explorer, e pelo Firefox, da Mozilla, e Safari, da Apple. Como tem o código aberto, aguardamos por novos aplicativos e plugins que irão incrementar cada vez mais sua interface e funcionalidade, assim como ocorreu com o popular open source da raposa.Confira o seu mais novo navegador - se tudo correr bem, é claro
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no link www.google.com/chrome

Por: Cristiano Almeida

Conheça o Cloud, sistema operacional do Google baseado em web


Quando o Chrome foi lançado, logo foi criado um extremo hype em cima do navegador. A PC Magazine de cara enfrentou problemas ao utilizar o próprio YouTube, canal de vídeos também do Google. Mas a intenção da empresa era maior do que simplesmente concorrer com o Firefox e o Internet Explorer. Os reais concorrentes eram o Windows e o Linux. Após muito estardalhaço e uma grande decaída, o Chrome ressurge no Cloud, um sistema operacional para a computação em nuvem.


gOS, baseado em Linux, foi a plataforma para o Cloud. O sistema será vendido no netbook com touchscreen Gigabyte e foi anunciado hoje, na Netbook World Summit, em Paris. Por enquanto, ele está como opção - o usuário pode dar o boot (ou seja, inicializar o PC) tanto com o Cloud quanto com o Windows comum. A interface do Cloud lembra um pouco do Mac OS/X, com os ícones grandes na parte inferior da tela. A novidade é que ela utiliza o Chrome para funcionar, integrando serviços como o Skype, YouTube e a família de aplicativos do Google. O sistema pode ser instalado em uma partição com boot duplo no seu HD ou pendrive. Vamos ficar no aguardo por mais novidades desse novo passo para a tentativa de dominação mundial do Google.


Fonte - Uol Informática

Desmatamento na Amazônia está aumentando

São José dos Campos (SP) — Foram destruídos quase 12 mil quilômetros quadrados de floresta entre agosto de 2007 e julho de 2008, segundo dados do Inpe.
Após três anos seguidos de queda, a taxa anual de desmatamento na Amazônia voltou a aumentar. Entre agosto de 2007 e julho de 2008 foram desmatados 11.968 quilômetros quadrados - 3,8% a mais que os 11.532 km2 do período anterior. A notícia foi divulgada nesta sexta-feira (28/11) pelo diretor do Inpe, Gilberto Câmara, na sede da instituição em São José dos Campos (SP).
"Não foi por falta de aviso. Desde meados de 2007 o Greenpeace vem alertando o governo a respeito da retomada do desmatamento, observada e
exposta por nós em regiões como a BR-163, no Pará, e no norte do Mato Grosso", diz Paulo Adario, diretor da campanha Amazônia."O que faltou foi o engajamento consistente de todo o governo – e não apenas do Ministério do Meio Ambiente – na tarefa de combater o desmatamento na Amazônia. As más notícias em relação à destruição da floresta só vão terminar quando o governo Lula assumir o compromisso de zerar o desmatamento até 2015 e adotar políticas públicas consistentes para isso", avalia Adario, que lamentou o fato de a divulgação dos dados do desmatamento voltar a ser feita isoladamente pelo Inpe."Ao contrário dos últimos anos, ONGs e pesquisadores não receberam os dados antecipadamente para análise, prática fundamental do compromisso de transparência assumido pela ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva. Esperamos que isso seja apenas um acidente de percurso e não uma mudança de orientação."Na quinta-feira, o Greenpeace participou, juntamente com outras ONGs, da reunião da revisão do Plano de Ação para a Prevenção e Controle do Desmatamento na Amazônia Legal (PPCDAm), criado há quatro anos. O plano, coordenado pela Casa Civil, foi mal executado pela falta de engajamento de setores do governo, como é o caso da própria Casa Civil e do Ministério da Agricultura. Essa falta de engajamento é uma das razões para o aumento que vemos agora no desmatamento da floresta amazônica.Esperamos que na próxima segunda-feira (1o. de dezembro), quando for lançado o Plano Nacional de Mudança do Clima (PNMC) pelo governo, sejam estabelecidas metas para zerar o desmatamento na Amazônia, e que Lula consiga enfim engajar seus ministérios no combate à destruição da floresta."Se a ministra Dilma Roussef (Casa Civil), que coordena tanto o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) como o Plano de Ação contra o Desmatamento, desse a mesma atenção para a Amazônia como dá para as obras do PAC, quem sabe o destino da floresta seria outro?", afirma Sérgio Leitão, diretor de campanhas do Greenpeace.
Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052

FIM DE ANO E CRISE FINACEIRA

por: Úrsula Naiara Mendes de Almeida -20771570 (nº10)




O fim de ano é sempre um período convidativo para o consumo. Ao mesmo tempo que entra um dinheirinho com o décimo terceiro salário, bônus e premiações, são festas para todo o lado, confraternizações e distribuição de presentes. Nem sempre são compromissos que exigem grandes gastos, mas, por isso mesmo é importante estar atento: são os pequenos gastos que sempre fogem ao nosso controle e comprometem nossas finanças.


Não saia às compras sem ter certeza de quanto pode gastar.Saiba quanto pode ser gasto antes de gastar. Essa consideração deve ser feita antes de assumir qualquer compromisso firme como um financiamento. Aliás, nunca se esqueça de que você terá mais riqueza se, em vez de financiar, fizer uma poupança específica para a compra à vista de um bem.


Tenha como componente de sua planilha de gastos secundários (aqueles que ocorrerão apenas se houver sobras) investimentos específicos em novos planos, na troca do carro ou da casa ou na aquisição de equipamentos de alto valor. Se ocorrer algum imprevisto, é esse tipo de plano que deve ser suspenso, e não o seu plano de independência financeira.


E em meio a crise, a pesquisa realizada pela TNS InterScience mostra que 40% das pessoas pretende reduzir os gastos do final de ano.
Desse total, 22% vão cortar de 10% a 30% dos gastos que fizeram em 2007 com compras e outras despesas de Natal. Outros 11% vão cortar de 30% a 50%, enquanto 7% vão cortar de 50% a 70%. A maioria dos entrevistados, 56%, acredita que o país será totalmente afetado pela crise global.






NOKIA desenvolve Sistema de Automação Residencial

A Nokia demonstrará o seu "Home Control Center" no próximo evento da empresa, o "Nokia World". A solução consiste em controlar serviços e equipamentos domésticos a partir de um computador ou smartphone, localmente ou remotamente. Os consumidores podem controlar seu uso de energia elétrica, ligar ou desligar dispositivos, e monitorar diferentes aspectos, como temperatura, câmeras e movimentos. Em um futuro, os sistemas poderão ser conectados à plataforma Nokia, incluindo ainda sistemas de ventilação, segurança e aquecimento.A empresa também anunciou parceria com uma das maiores companhias de energia da Europa, a RWE. O acordo entre as duas ajudará no desenvolvimento de soluções para gerenciamento de energia e emissão de CO2 em uma casa. O primeiro produto entre as duas será um sistema de controle de aquecimento.Os primeiros frutos deste sistema estarão comercialmente disponíveis inicialmente a partir da segunda metade de 2009. As demonstrações acontecerão na Espanha, em Barcelona, nos dias 2 e 3 de dezembro deste ano.







por Cristiano Chagas

Fonte:http://www.guiadohardware.net/noticias/2008-11/492EFE18.html

domingo, 30 de novembro de 2008

Corretor de Manaus quer ser incluído na lei da Zona Franca

Por: Úrsula Naiara Mendes de Almeida - 20771570(nº9)
Os corretores de seguros amazonenses querem ser incluídos entre os segmentos favorecidos pelos benefícios concedidos a empresas instaladas na Zona Franca de Manaus:
“a lei já prevê a inclusão de prestadores de serviços, mas não há referência direta aos corretores de seguros”, afirma o presidente do Sincor-AM, Gilvandro Guedes de Moura.
Um dos principais assuntos em pauta foi a necessidade de o corretor amazonense ter uma preferência na disputa pelo mercado local contra profissionais que vêm de outras regiões do país, especialmente do eixo Rio-São Paulo: “há um distorção, que é demonstrada pelas estatísticas do mercado, segundo as quais São Paulo tem quase 50% do mercado nacional e o Amazonas apenas 0,5%. Para gerar mais empregos e receita tributária para o /Amazonas, devemos mudar esse cenário, a começar pela inclusão do corretor na Zona Franca de Manaus, com maiores chances na disputa com concorrentes de outras regiões”, acrescenta o presidente do Sincor-AM.

Gênio da informática é suspeito de roubar bancos

Delegado alerta sobre o talento do jovem hackerEle foi indiciado esta semana por furto qualificado.
João Sperandio Neto é considerado um gênio do mundo virtual. E já ajudou a polícia a prender um pedófilo:
“Eu fiz um software que listava todas as imagens que estavam no computador da pessoa”, conta. Mas também usou este talento para cometer fraudes milionárias: “Dizem que eu sou um banco ambulante, um caixa eletrônico com pernas.”
Pela internet, ele já conseguiu senhas e invadiu redes de informática de universidades e de bancos do Brasil e de países como Estados Unidos e da Inglaterra. Chegou a manter em um computador da Guatemala, sem que o dono soubesse, esta lista em código com nomes e senhas bancárias.
“Todo sistema pode ser invadido, né?”, diz.
Indiciado esta semana por furto qualificado e formação de quadrilha, João Sperandio Neto teve os computadores apreendidos e entregou à polícia um arquivo com dados que conseguiu ilegalmente. O rapaz, que tem como hobby o aeromodelismo, responde ao processo em liberdade e recebeu a nossa equipe na casa dele, na Grande São Paulo.
Concordou dar esta entrevista, desde que não mostrasse o rosto. Diz que sofre ameaças. João Sperandioo Neto afirma que o talento com os números não se repete com as palavras:
“Tenho dificuldade, bastante assim, para entender textos, tenho que ler várias vezes.”
O relógio é outro problema:
“Eu me confundo com os ponteiros”, afirma.
“E como é que você faz para ver as horas?”
“Com o celular ou então com relógio digital.”
Segundo o setor de inteligência da Polícia Civil de São Paulo, o rapaz foi indiciado porque, em setembro, fez ataques virtuais a um banco brasileiro. A investigação mostra que, em menos de dez dias, desviou R$ 2,2 milhões para as contas de 28 pessoas.
“Ele consegue descobrir lacunas que técnicos experientes não conseguem enxergar”, diz o delegado Luiz Storni.
O banco bloqueou a tempo a maior parte do dinheiro mas, pelo menos, R$ 180 mil ainda não foram recuperados.
“Esse dinheiro foi para onde?”
“Eu não sei. Eu mandei aleatório para pessoas que eu nem conhecia”, relata.
“Você não ficou com nenhuma parte do dinheiro que você já desviou de bancos e de empresas?”
“Não.”
A polícia não acredita nessa versão:
“Nas fraudes praticadas, ele já chegou a receber em torno de R$ 90 mil”, afirma o delegado.
João Sperandio Neto era um hacker obsessivo. Passava dias e noites sem dormir em busca de falhas nos sistemas de segurança de empresas e bancos. A Febraban informa que o setor investe R$ 1,5 bilhão por ano em segurança eletrônica e que as fraudes estão diminuindo.
Em 2004, ele foi acusado de desviar R$ 10 milhões. Na época, disse que pagou propina a um policial para que um comparsa não fosse preso. Por este desvio de dinheiro, ele passou cinco meses na cadeia, até ser solto em fevereiro deste ano.
Agora, aguarda o julgamento. O rapaz conta a seguinte versão para explicar porque entrou no mundo dos crimes virtuais:
“Eu devia ter uns 15 anos, aí fazia por diversão. Só que aí tinha que dar dinheiro para polícia, aí vinha ladrão, aí tinha que fazer para pagar ladrão”, disse.
Ele alega que já foi seqüestrado cinco vezes, e forçado a usar os conhecimentos de informática para beneficiar criminosos.
“Por quem você foi seqüestrado?”
“Por bandido, por polícia...”
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que não compactua com nenhum irregularidade. Alega também que João Sperandio Neto jamais informou ao delegado, que o interrogou nesta semana, ter sido vítima de extorsão por parte de policiais civis.
Se for condenado pelo desvio do dinheiro, o hacker pode ficar na cadeia por mais oito anos. Neto é um jovem que escreve em russo, está tirando licença para pilotar aviões e cursa Ciências da Computação e Direito. Hoje se diz arrependido e afirma: quer usar o dom que tem para ajudar as instituições financeiras e a polícia a combater as fraudes eletrônicas.
“Você vai mudar a sua vida a partir de agora?”
“Com certeza. Eu acho que esta vida acabou.”
Por: Cristiano Chagas

O DESAFIO DO ADMINISTRADOR DO FUTURO: SER UM ETERNO APRENDIZ

Todos os aspectos levantados anteriormente demonstram que o maior desafio do administrador do futuro é ser um eterno aprendiz e levar o seu aprendizado para o ambiente das organizações. Além disso, o aprendizado pode se tornar um instrumento capaz de guiar todas as suas ações, tornando-se uma verdadeira filosofia de vida.
As empresas devem se tornar organizações de aprendizagem e gerar e compartilhar o conhecimento necessário para ajudá-las a se transformar continuamente e sobreviver às mudanças no ambiente empresarial. Nesse sentido, o capital intelectual é o principal elemento capaz de conduzi-la ao sucesso e o administrador é o responsável por seu gerenciamento. Para isso, é necessário a mudança no perfil desse profissional, que além de uma formação técnico-científica, deve ter uma formação humanística, interdisciplinar e sistêmica, levando a aprendizagem para todos os níveis organizacionais, através de informações que possam ser transformadas em conhecimento. Isso requer a introdução de uma nova concepção de gerência nas organizações.
O Administrador deve estar consciente desse processo, que é lento e gradual, mas que no futuro pode transformá-lo no principal agente de transformação da organização, e se essa nova concepção de organização for introduzida com sucesso, provocará uma mudança de mentalidade em todos os atores organizacionais, e esses novos valores e atitudes ultrapassaram as fronteiras da organização, chegando aos lares dessas pessoas, o que pode mudar toda uma sociedade. É um novo tipo de responsabilidade social que está nas mãos dos grandes condutores das organizações: seus administradores de fato e de direito.
Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052

ONGs fizeram tráfico de remédios para pressionar Tailândia a combater Aids

Revelação é de Paul Cawthorne, da ONG Médicos Sem Fronteiras.Acesso a tratamentos contra o vírus é complicado, por conta do alto custo.
Apesar dos avanços em relação à ampliação das ações de prevenção e cuidado, ainda há muito a ser feito na Tailândia para que as pessoas que vivem com HIV possam ter tratamento de forma sustentável, ou seja, com medicamentos para esquemas de primeira e segunda linha, disponibilizados de forma acessível para todos que precisam. O tema surge com força agora, tendo em conta que a próxima segunda-feira, 1º de dezembro, é o Dia Mundial de Luta contra a Aids.
Há 11 anos envolvido na luta contra HIV/Aids, o representante da Campanha de Acesso a Medicamentos Essenciais da ONG internacional Médicos Sem Fronteiras (MSF) na Tailândia, Paul Cawthorne, foi um dos grandes envolvidos na luta travada junto com outras ONGs tailandesas para tornar o acesso ao tratamento uma realidade no país. No processo, ele revela que houve até transporte ilegal de medicamentos para pressionar o governo tailandês a lidar com a situação.

Na entrevista que vem a seguir, ele conta como foi a batalha para provar a importância da atuação da organização na questão do HIV/Aids e para mostrar às autoridades de saúde da Tailândia, onde o primeiro projeto relativo à doença foi implementado há 13 anos, como era essencial oferecer tratamento.
Pergunta - Como vocês começaram a se envolver com a questão HIV/Aids na Tailândia? Paul Cawthorne – A MSF olhava essencialmente a situação da pandemia na África e começou a observar a situação das pessoas com HIV/Aids aqui na Tailândia somente nos meados dos anos 90. Na época, fazíamos visitas domiciliares aqui em Bangcoc e percebemos que as pessoas não tinham como tratar HIV/Aids. Não havia anti-retrovirais (ARV) e o tratamento só existia em quatro ou cinco hospitais. As pessoas tinham medo de ir aos hospitais para fazer o teste porque não existia tratamento. O médico simplesmente comunicava que o paciente estava doente e que iria morrer. Começamos então a trabalhar com ONGs locais que ajudavam esses pacientes a receber tratamento para saber por que seu acesso era difícil. Pergunta - A falta de tratamento era um problema apenas na Tailândia? Cawthorne – Na época, o tratamento existia nos Estados Unidos e na União Européia, nos países ricos. No Brasil, o tratamento anti-retroviral estava começando (início da década de 1990), mas ainda em pequena escala. Pergunta - Quais eram as principais barreiras para que o paciente tivesse acesso ao tratamento?
Cawthorne – Os medicamentos eram muito caros, até mesmo para a MSF. Esse foi um dos fatores que fez com que a própria organização resistisse à idéia de abraçar a questão do HIV/Aids. Além do custo alto, o tratamento era de longa duração e a atuação da organização sempre foi em caráter emergencial. Outro problema era a falta de informação. Muitos dos pacientes sofriam infecções oportunistas, mas nem eram informados de que podiam tratá-las. A MSF-Tailândia e outras ONGs se uniram em uma campanha nacional para mostrar que esse tratamento era possível. Dessa forma, se não havia tratamento para a Aids, pelo menos as pessoas podiam lutar contra essas doenças oportunistas e ter uma maior sobrevida. Pergunta - Como essa campanha foi recebida? Cawthorne – Surpreendentemente tivemos uma reação muito positiva de médicos e enfermeiros, que reclamavam de não ter esses medicamentos para tratamento. As doenças oportunistas começaram a ser combatidas e MSF passou a treinar médicos e enfermeiros, em parceiria com outras ONGs como a Access Foundations e a PHP (People with HIV/Aids). Pergunta - Qual foi a reação do governo? Cawthorne – Nós começamos a pressionar o Ministério da Saúde em Bangcoc, mas os principais pacientes estavam no interior. Havia muito a ser feito. Na época, os trabalhadores do governo laboratório do governo, uma espécie de Farmanguinhos da Tailândia. Eles começaram a investir na produção. Fomos ao Brasil para ver como o país estava lidando com a questão, em busca de ferramentas para enfrentar o problema aqui na Tailândia. Em 2000, a MSF deu início a seu primeiro tratamento com tinham seguros de saúde, que variavam conforme seus cargos. Mas para o povo, o acesso a saúde era cobrado e caro para muitas doenças. Pergunta - Como vocês conseguiram mudar essa situação? Cawthorne – Começamos a trabalhar com o GPO (Organização Farmacêutica do Governo), anti-retrovirais em um hospital distrital perto de Bangcoc, mas apenas para 60 pacientes. Ao mesmo tempo, a MSF pagava ao GPO adiantado pelos anti-retrovirais, para que eles tivessem dinheiro para comprar substâncias para tentarem fabricá-los. Começamos também a tratar os ativistas, porque era fundamental que eles vivessem para manter essa batalha. Decidimos enviá-los para a Índia, onde anti-retrovirais genéricos já eram produzidos, e eles voltavam com malas cheias de remédios para que pudéssemos distribuir por aqui. Pergunta - A importação era ilegal? Cawthorne – Sim, mas fazíamos isso abertamente, de forma a pressionar o governo. Finalmente, o governo decidiu que se pudéssemos produzir esses medicamentos por um preço determinado, justo, mas que não dava para comprar remédios patenteados, por exemplo, os anti-retrovirais seriam distribuídos na Tailândia. Pergunta - Depois de tantas barreiras vencidas, como está a situação hoje? Cawthorne – Na Tailândia, quase todos os medicamentos de primeira linha têm versão genérica disponível. Apenas o efavirenz ainda é patenteado. Isso é muito bom porque o salário mínimo aqui é de cerca de 1.100 baht (US$ 32) e um genérico custa 40 baht. Se fosse um remédio patenteado, o paciente teria que pagar até cinco vezes mais. Mas ainda há a questão dos remédios de segunda linha, que custam cerca de 21.000 baht por mês.

http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/

Postado por Mariluce Aires da Silva - 20770058

sábado, 29 de novembro de 2008

Nokia trabalha em tecnologia de controle remoto doméstico

A Nokia anunciou um conceito interessante que pode elevar um pouco mais a dependência das pessoas no aparelho de telefone celular: um controle remoto completo para funções domésticas.
A tecnologia da firma finlandesa foi batizada de Home Control Centre (HCC, ou "controle central doméstico") e quando completada deve ser capaz de interagir com os mais diferentes equipamentos eletrônicos.
Segundo o site TechRadar , será possível controlar temperatura de cômodos, ligar e desligar equipamentos e até mesmo monitorar a temperatura de fornos modernos.
Com o HCC, a Nokia pretende facilitar o controle de sistemas eletrônicos domésticos. Uma parceria com a provedora de energia alemã RWE mostra a preocupação da empresa com economia de energia, permitindo que um controle mais fácil do gasto seja feito a partir do celular.
O Home Control Centre também envolverá questões de segurança, bem estar e automação doméstica, noticiou o site IntoMobile , dando fim de 2009 como uma provável data de lançamento para o mercado europeu.
Até agora nenhum detalhe de como isso será feito foi divulgado, o que deve acontecer durante a Nokia World Conference, prevista para acontecer em dezembro em Barcelona.
Por : Cristiano Chagas - 20770047

Vírus corrige falha do Windows após infectar o sistema

Objetivo é impedir a ação de pragas 'concorrentes' no sistema. Veja também: brecha no iPhone e outras notícias da semana.
Entre as várias pragas capazes de explorar a brecha crítica corrigida pela Microsoft em outubro, uma se destacou nesta terça-feira (25) por corrigir a vulnerabilidade depois de infectar o computador. Também no resumo de notícias da semana: a falha de discagem automática do iPhone, o fim do caso da professora Julie Amero e o Dia Internacional da Segurança em Informática (DISI) 2008.
Vírus corrige falha do Windows após infectar o sistema
Foi encontrada nesta semana mais uma praga virtual (worm) que explora a brecha de segurança no Windows corrigida de forma emergencial em outubro. O vírus, batizado de Conficker.A, tem uma característica interessante: ele impede que outros vermes infectem o sistema pela mesma falha.
Para fazer isso, o Conficker.A corrige, na memória (de maneira temporária), a falha usada por ele próprio. Outras pragas digitais que exploram o mesmo problema ficarão incapacitadas de infectar o computador, pois não será possível explorar a brecha, pelo menos até o sistema ser desinfectado e reiniciado. A descoberta desse novo worm foi divulgada pela Microsoft na terça-feira (25). Segundo os especialistas da empresa, o objetivo da praga ao consertar a vulnerabilidade é não deixar que outros vírus, “concorrentes”, infectem o sistema. O Conficker.A também impede o uso do recurso da Restauração do Sistema e baixa outros arquivos maliciosos para o computador. Por algum motivo, a praga está programada para não infectar computadores ucranianos.
Embora o Conficker.A corrija a falha apenas para afastar concorrentes, houve ao longo dos anos alguns “vírus do bem” que se espalhavam apenas para corrigir as brechas. O mais famoso desses é o Welchia, de 2003. Ele infecta os sistemas Windows usando a mesma vulnerabilidade do Blaster. Uma vez dentro do sistema, o Welchia instalava a correção permanente para o problema e tentava remover o vírus Blaster, se ele estivesse presente. Para controlar as infecções, o Welchia foi programado para desligar-se no dia 1º de janeiro de 2004.
Postado por Mariluce Aires - 20770058

Internet que fala será real em cinco anos, prevê IBM





A multinacional IBM liberou, esta semana, sua lista anual que prevê as cinco maiores inovações tecnológicas para os próximos cinco anos. Chamado Next Five in Five, o relatório mostrou, este ano, que já se pode esperar por um mecanismo de web que fala, inutilizando teclados e mouse.
» Carros do futuro têm hélices e joysticks» Festival exibe tecnologias para um futuro próximo» Robôs do futuro serão inspirados nas baratas
Será possível dizer ao Google o que pesquisar, em vez de digitar as palavras-chave, bem como responder e-mails e enviar textos de mensagens instantâneas por meio da fala. A expectativa mais nobre dessa previsão é facilitar a vida de pessoas deficientes.
Na lista, a empresa inclui ainda novas placas para captar
energia solar que poderiam se adequar a qualquer superfície, como as janelas de uma casa. As placas são transparentes e podem receber tinta.
Outra novidade importante seria uma espécie de bola de cristal da saúde, em que o usuário poderia saber quais os riscos de doenças genéticas e hereditárias e também aquelas às quais não está sujeito, com base em análise de DNA.
E para aqueles que sempre ficam indecisos na hora de comprar um presente, o assistente de compras digital seria perfeito. Esse
gadget ajudaria o usuário a escolher presentes fazendo combinações e sugerindo novas peças.
Para completar os cinco itens, a IBM também prevê uma tecnologia de lembretes automáticos. Um sistema inteligente seria encarregado de enviar para os usuários (por meio do celular, por exemplo) mensagens, lembrando a eles as tarefas a serem feitas durante o dia. O núcleo desse sistema seria baseado em uma tecnologia que analisa as conversas que os usuários têm no dia-a-dia e marca os compromissos a partir delas.
De acordo com o Network World, a lista está ligada às expectativas da empresa sobre o que poderia mudar a vida dos humanos nesse curto período de tempo.
"O Next Five in Five é baseado no mercado e nas tendências sociais que, estima-se, já estejam em curso para transformar nossas vidas, bem como em tecnologias emergentes dos laboratórios da IBM ao redor do mundo; (esses três fatores) podem tornar essas inovações possíveis", afirma a empresa em seu site oficial.
É possível assistir a um vídeo que explica as cinco novidades previstas pela IBM por meio do atalho tinyurl.com/5gdhrp.








Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052

Super-ricos brasileiros passam quase ilesos pela crise


LONDRES - Uma reportagem publicada na edição deste sábado do jornal britânico 'The Guardian' afirma que, até agora, os super-ricos brasileiros passaram relativamente incólumes pela crise financeira.
Segundo o jornal, eles resistem à tendência global e continuam consumindo.
"Revistas de comportamento estão cheias de anúncios de spas e resorts, bolsas de estilistas famosos e pulseiras de diamantes que custam mais do que muitos brasileiros ganham durante a vida inteira", diz a matéria.
O Guardian afirma ainda que o Brasil é líder mundial no aumento do número de milionários.
"Nos últimos dois anos, o número de milionários subiu de 130 mil para 220 mil e pelo menos por enquanto, a crise econômica não fez com que eles parassem de gastar", diz o texto.
Apesar disso, a reportagem cita a queda nos preços das commodities e o atraso em grandes projetos de infra-estrutura como alguns dos indícios de que a crise financeira está começando a atingir o Brasil.
Para o jornal, as classes baixa e média também estariam sendo afetadas com a situação do crédito.
"No entanto, a crise parece uma possibilidade distante em lugares como o Jardim Pernambuco, onde o silêncio da tarde só é quebrado pelo canto dos pássaros e o barulho das bolas de tênis", diz o Guardian.
Segundo o diário, "os ricos brasileiros podem estar aproveitando a vida luxuosa, mas os compatriotas menos abastados estão começando a sentir os efeitos da crise de crédito".



Por: Patrícia Auxiliadora Ribeiro de França - 20770052

Corrida pela Vida

Por: Úrsula Naiara Mendes de Almeida - 20771570 (nº8)


A sexta edição da Corrida pela Vida, promovida pela Fundação Hemoam, banco de sangue público do Amazonas, vai ser disputada no sábado, dia 29 de novembro, a partir das 8 horas.
O evento encerra as atividades comemorativas da Semana do Doador e faz parte do calendário oficial do Atletismo do Amazonas, sendo etapa classificatória para a Corrida de São Silvestre.
Receberão premiação/medalhas os três primeiros colocados (masculino e feminino) das categorias doador, público em geral (aberta) e portadores de necessidades especiais. Os 150 participantes que completarem a prova vão receber medalha de honra ao mérito.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Interior de São Paulo recebe sinal da TV Digital no dia 3 de dezembro

Por: Úrsula Naiara Mendes de Almeida - 20771570 (nº7)

São Paulo – Primeira cidade longe das capitais a receber TV Digital, Campinas estréia transmissão em alta definição no começo de dezembro.
Um ano depois da estréia na capital paulistana, o interior do Estado prepara o lançamento das transmissões de TV Digital em Campinas, a 100 quilômetros de São Paulo.A retransmissora EPTV, afiliada à TV Globo, começará a transmitir sua programação em alta definição na próxima quarta-feira (03/12), dias antes do primeiro aniversário do sistema brasileiro de
TV Digital. No primeiro momento, o sinal cobrirá toda a cidade de Campinas, com a retransmissora admitindo planos de aumentar a cobertura para municípios vizinhos, como Valinhos, Hortolândia, Sumaré e Monte Mor.Campinas é a sétima cidade brasileira a receber o sinal da TV Digital, após São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goiânia, Curitiba e Porto Alegre. Ao contrário de todas as outras, no entanto, o sinal veiculado pela EPTV marca a estréia da TV Digital longe das capitais.

Justiça holandesa decide destino de bebê vendido pela internet

Casal teria comprado criança por até US$ 12,9 mil, diz imprensa local.Bebê ficará temporariamente sob os cuidados das autoridades holandesas.


Um bebê belga comprado pela internet para adoção por um casal holandês deve ser colocado temporariamente sob os cuidados das autoridades holandesas, ordenou uma corte nesta quinta-feira (27).
Segundo notícias da imprensa local, o casal comprou o garoto em julho de um casal belga em Ghent. Uma emissora de TV afirmou que foram pagos entre 5 mil e 10 mi euros (entre US$ 6,45 mil e US$ 12,9 mil) pela criança.
O casal holandês nega ter comprado o bebê, afirmando em rede holandesa que eles apenas pagaram os custos decorrentes da gravidez.
A corte da cidade holandesa de Zwolle afirmou que o casal quebrou as leis para a adoção de uma criança estrangeira e colocou o bebê sob os cuidados das autoridades do bem-estar da criança.
O Conselho de Proteção da Criança, parte do Ministério da Justiça holandês, pediu à corte que colocasse o garoto sob custódia até que as autoridades belgas tomem uma decisão sobre o que fazer com o bebê.
"Ter clareza sobre a história de sua família é de uma importância fundamental para o crescimento de uma criança. Obscurecer a sua identidade verdadeira pode ser prejudicial", afirmou o conselho em comunicado.
O escritório de promotoria pública da Holanda começou as investigações sobre o caso, enquanto as autoridades belgas também estão buscando mais informações, afirmou a agência de notícias holandesas ANP.
Por : Cristiano Chagas

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

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Movimento Internet Segura expande para proteger jovens na internet

Grupo foi criado para orientar internautas sobre comércio eletrônico. Agora, iniciativa também quer informar os pais sobre uso seguro da web.Grupo foi criado para orientar internautas sobre comércio eletrônico. Agora, iniciativa também quer informar os pais sobre uso seguro da web.
O Movimento Internet Segura, que há quatro anos orienta os internautas sobre transações comerciais via web, anunciou nesta quinta-feira (27) que passará a atuar também para proteger a infância e a adolescência no universo virtual.
Como parte da iniciativa, a organização ligada à Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (Camara-e.net ) disponibilizou em seu site uma espécie de cartilha, com informações para orientar pais e responsáveis na educação de seus filhos, contra ações de criminosos que se aproximam via internet.
Além de dicas para manter o computador protegido, a nova seção do site ensina como aumentar a segurança da família na internet – aqui entram sugestões como decidir as páginas que as crianças podem visitar e lembrar os jovens de não conversarem com desconhecidos no universo virtual. Em um link específico para a navegação das crianças, o site diz o que os pais devem ensinar para melhorar a segurança de seus filhos na web.
A cartilha defende, por exemplo, estimular as crianças para que elas compartilharem com os pais as experiências na internet. Sugere também que os mais novos nunca divulguem informações pessoais online, que os adultos ensinem a diferença entre o bom e o mau na web e o uso de filtros que controlem as atividades on-line dos mais jovens.
O site tem também uma seção específica com 15 dicas para os pais de adolescentes. Entre elas, “mantenha o computador conectado à internet fora do dormitório dos adolescentes”, “estimule seus filhos adolescentes a informarem se algo ou alguém os incomodar ou ameaçar”, “conheça os sites que seus filhos adolescentes visitam com freqüência” e “ensine seus filhos a terem um comportamento on-line responsável e ético: eles não devem utilizar a internet para divulgar boatos, incomodar nem ameaçar os outros”.
“É preciso que os pais acompanhem a navegação dos filhos, saibam que serviços e ambientes que eles freqüentam e também o que fazem neles. Isso vale para a navegação no Orkut e para outros ambientes da internet”, afirmou durante entrevista coletiva on-line Felix Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil, empresa responsável pelo site de relacionamentos mais popular no país.
Além do Google, o projeto também tem apoio da Microsoft e Serasa. “Estamos coordenando há alguns meses uma ação de adesão de novos parceiros, conversando com representantes da iniciativa privada, da sociedade civil, do governo e de ONGs ligadas ao tema”, afirmou Gerson Rolim, diretor-executivo da Camara-e.net, durante a entrevista realizada nesta quinta.
Segundo Igor Rocha, coordenador do Movimento Internet Segura, o conteúdo inicial do projeto é baseado em uma iniciativa da Microsoft e será enriquecido com outras contribuições no futuro. “Quanto maior a quantidade de informações de qualidade maiores serão as chances de vitória na batalha contra os criminosos virtuais”, disse.
Postado por Mariluce Aires - 20770058

Até o Google reduz a diversão natalina


SAN FRANCISCO (Reuters) - O gigante das buscas na Internet Google é conhecido por realizar as mais extravagantes festas do Vale do Silício Valley, ocasionalmente atraindo mais de 10 mil participantes, o que leva alguns de seus funcionários a postar anúncios nos classificados do site Craigslist procurando companhia para os eventos.
Mas até mesmo o Google decidiu reduzir a escala de suas celebrações natalinas neste ano devido à desaceleração na economia mundial e à expansão constante de seu quadro de funcionários, que ultrapassou a marca dos 20 mil em outubro, de acordo com uma pessoa informada sobre a situação.
O Vale do Silício tem pouco motivo para celebração este ano, já que empresas como Hewlett Packard, Yahoo, Sun Microsystems e Applied Materials demitiram mais de 140 mil pessoas nos últimos meses devido à situação econômica desfavorável, de acordo com a consultoria Challenger, Gray and Christmas.
O Google se saiu melhor do que a maioria das empresas de tecnologia, mas os departamentos da empresa realizarão eventos menores este ano, a fim de promover a amizade entre os funcionários e celebrar de maneira mais econômica, segundo a fonte. As atividades coletivas nas festas incluirão passar uma tarde fazendo trabalho voluntário seguida por atividades sociais noturnas como jantares e visitas a museus em San Francisco.
Trata-se de uma diferença notável com relação a anos precedentes, quando as festas de final de ano do Google incluíam o logotipo da empresa esculpido em gelo, estações de videogames de realidade virtual, estandes de karaokê, bufês de sushi e dançarinos exóticos.
No ano passado, 10 mil pessoas celebraram no Shoreline Amphitheater, perto da sede do Google, em Mountain View, Califórnia, segundo os funcionários da empresa --conhecidos como "googlers". Alguns deles usavam a Web para encontrar companhia para o evento.
Mas este ano uma recente busca no Craigslist mostra que só um funcionário do Google estava em busca de companhia.
A empresa se recusou a comentar sobre as mudanças adotadas este ano.

Fonte: Revista Exame - Edição - 932 - 27/11/2008

Por: Charles Luis